Motorista que recusou bafômetro tem prisão preventiva decretada após acidente com 3 mortes

Dois adultos e uma criança morreram após o carro em que estavam pegar fogo. Identificação oficial das vítimas depende de exames complementares no IML

Foto: TV Globo 

A Justiça converteu em prisão preventiva a detenção do motorista do Honda Civic envolvido no grave acidente registrado na noite de domingo (5), na Rodovia Castello Branco (SP-280), em Osasco. A colisão terminou com a morte de três pessoas, sendo dois adultos e uma criança, que estavam em um Renault Kwid.

Segundo as investigações, o Honda Civic seguia no sentido da capital quando atingiu a traseira do Kwid, na altura do quilômetro 17,6. Testemunhas relataram à polícia que o veículo trafegava em alta velocidade.

Com o impacto, o Kwid foi tomado pelas chamas. Os ocupantes ficaram presos às ferragens e morreram carbonizados antes que pudessem ser resgatados.

O motorista do Civic sofreu ferimentos leves, foi encaminhado ao hospital sob escolta policial e, de acordo com a polícia, se recusou a realizar o teste do bafômetro. Após audiência de custódia, ele teve a prisão convertida em preventiva e foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP I) de Osasco.
 
Identificação das vítimas

Apesar de familiares terem comparecido ao Instituto Médico Legal (IML) na segunda-feira (6) para o reconhecimento dos corpos, a identificação oficial das vítimas ainda não pôde ser confirmada.

Segundo a Polícia Civil, o avançado estado de carbonização impossibilitou o reconhecimento visual, tornando necessária a realização de exames complementares, que deverão confirmar oficialmente a identidade dos dois adultos e da criança mortos no acidente.

O caso foi registrado no 5º Distrito Policial de Osasco como homicídio culposo na direção de veículo automotor e segue sendo investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias da colisão.
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