Etapa é fundamental, mas obra ainda depende de longo processo até sair do papel
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| Foto: Prefeitura de Cotia |
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) tornou público o pedido de Licença Ambiental Prévia da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) para a implantação da Linha 22-Marrom, no trecho entre Sumaré, na zona oeste da capital, e o Terminal Cotia.
Com a publicação no Diário Oficial, foi aberto prazo de 45 dias, a partir desta quinta-feira (23), para que qualquer interessado apresente manifestações por escrito sobre o projeto. As contribuições devem ser encaminhadas ao Setor de Gestão de Dados e Processos (IDAD) da Cetesb.
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O anúncio marca a entrada formal do empreendimento em uma etapa importante do licenciamento ambiental, mas não representa a liberação imediata das obras. A Licença Prévia é a fase em que o poder público avalia a viabilidade ambiental, os impactos e as medidas de mitigação propostas.
O projeto foi apresentado com Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima), exigido para obras de grande porte. O documento funciona como um “raio-x” do empreendimento, analisando efeitos sobre o meio ambiente urbano e natural, incluindo intervenções no solo, trânsito, ruído, vegetação, cursos d’água e possíveis desapropriações.
Considerada estratégica, a Linha 22-Marrom é apontada pelo Metrô como fundamental para ampliar a rede sobre trilhos no eixo da Rodovia Raposo Tavares, um dos corredores mais congestionados da região. O traçado em estudo abrange os municípios de São Paulo, Osasco e Cotia.
Os estudos indicam uma linha com cerca de 30 quilômetros de extensão e aproximadamente 19 estações, conectando a região da Granja Viana à estação Sumaré, da Linha 2-Verde. O percurso deve incluir paradas em áreas como USP, Rio Pequeno e Reserva Raposo, além de conexões com importantes polos econômicos da capital.
A expectativa é que o novo ramal transporte cerca de 680 mil passageiros por dia, reduzindo o tempo de deslocamento entre Cotia e São Paulo de mais de duas horas, nos horários de pico, para cerca de 40 minutos.
O avanço no licenciamento ocorre em paralelo a outras etapas do projeto. Em março deste ano, o Metrô publicou novas licitações relacionadas à linha, com sessões públicas previstas entre maio e junho. A contratação do projeto básico é esperada ainda para este ano.
Apesar dos avanços, o cronograma segue de longo prazo. A previsão é de início das obras apenas em 2028, com conclusão estimada para meados da década de 2030.
A atual fase ainda inclui análise técnica do EIA-Rima, возмож realização de audiências públicas e eventuais complementações antes da decisão sobre a Licença Prévia. Ou seja, trata-se de um passo relevante, mas ainda inicial, dentro de um processo complexo até a implantação definitiva da linha.
Com informações dos sites Metrô CPTM e Diário do Transporte
O anúncio marca a entrada formal do empreendimento em uma etapa importante do licenciamento ambiental, mas não representa a liberação imediata das obras. A Licença Prévia é a fase em que o poder público avalia a viabilidade ambiental, os impactos e as medidas de mitigação propostas.
O projeto foi apresentado com Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima), exigido para obras de grande porte. O documento funciona como um “raio-x” do empreendimento, analisando efeitos sobre o meio ambiente urbano e natural, incluindo intervenções no solo, trânsito, ruído, vegetação, cursos d’água e possíveis desapropriações.
Considerada estratégica, a Linha 22-Marrom é apontada pelo Metrô como fundamental para ampliar a rede sobre trilhos no eixo da Rodovia Raposo Tavares, um dos corredores mais congestionados da região. O traçado em estudo abrange os municípios de São Paulo, Osasco e Cotia.
Os estudos indicam uma linha com cerca de 30 quilômetros de extensão e aproximadamente 19 estações, conectando a região da Granja Viana à estação Sumaré, da Linha 2-Verde. O percurso deve incluir paradas em áreas como USP, Rio Pequeno e Reserva Raposo, além de conexões com importantes polos econômicos da capital.
A expectativa é que o novo ramal transporte cerca de 680 mil passageiros por dia, reduzindo o tempo de deslocamento entre Cotia e São Paulo de mais de duas horas, nos horários de pico, para cerca de 40 minutos.
O avanço no licenciamento ocorre em paralelo a outras etapas do projeto. Em março deste ano, o Metrô publicou novas licitações relacionadas à linha, com sessões públicas previstas entre maio e junho. A contratação do projeto básico é esperada ainda para este ano.
Apesar dos avanços, o cronograma segue de longo prazo. A previsão é de início das obras apenas em 2028, com conclusão estimada para meados da década de 2030.
A atual fase ainda inclui análise técnica do EIA-Rima, возмож realização de audiências públicas e eventuais complementações antes da decisão sobre a Licença Prévia. Ou seja, trata-se de um passo relevante, mas ainda inicial, dentro de um processo complexo até a implantação definitiva da linha.
Com informações dos sites Metrô CPTM e Diário do Transporte
