Advogados de Cotia passam a atuar como assistentes de acusação enquanto Ministério Público prepara denúncia contra o investigado
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| Ariana foi morta a facadas na noite de seu aniversário. Foto: Arquivo Pessoal |
A prisão de Catarino Edson Menezes do Carmo, ocorrida na quarta-feira (11), levou o caso Ariana a uma nova fase na Justiça. Após quase um mês foragido, o investigado agora aguarda os próximos passos do processo, que incluem a apresentação da denúncia pelo Ministério Público do Estado de São Paulo.
Paralelamente, os advogados criminalistas Lucas Domingues e Mauro Ferreira, de Cotia, passaram a atuar como assistentes de acusação, acompanhando o caso ao lado da Promotoria e representando os interesses da vítima durante o andamento da ação penal.
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| Os advogados Mauro Ferreira e Lucas Domingues. Foto: Reprodução |
Catarino é investigado por matar Ariana a facadas e também por tentar matar Valmir, que, segundo as informações do caso, seria amigo do suspeito. Após o crime, ele permaneceu foragido por quase um mês, até ser localizado e preso pelas autoridades (RELEMBRE AQUI O CASO).
Com a prisão, o inquérito entra agora em uma etapa decisiva. Nos próximos dias, o Ministério Público deverá analisar o material reunido pela investigação e apresentar a denúncia formal à Justiça, dando início à ação penal.
Na mesma manifestação, a Promotoria também deverá pedir a conversão da prisão temporária em prisão preventiva, medida que, se aceita pela Justiça, mantém o investigado preso durante todo o andamento do processo.
Outro ponto que marca esta nova fase é a atuação da assistência de acusação, prevista na legislação brasileira. Nessa função, representantes da vítima ou de seus familiares podem acompanhar o processo criminal ao lado do Ministério Público.
Como assistentes de acusação, os advogados poderão acompanhar as etapas do processo, auxiliar na produção de provas, apresentar manifestações processuais e atuar durante eventual julgamento, contribuindo para o esclarecimento dos fatos.
Com a prisão do investigado e a expectativa pela denúncia do Ministério Público, o caso Ariana passa agora a avançar para a fase judicial, etapa em que serão definidos os próximos desdobramentos até um possível julgamento.
Outro ponto que marca esta nova fase é a atuação da assistência de acusação, prevista na legislação brasileira. Nessa função, representantes da vítima ou de seus familiares podem acompanhar o processo criminal ao lado do Ministério Público.
Como assistentes de acusação, os advogados poderão acompanhar as etapas do processo, auxiliar na produção de provas, apresentar manifestações processuais e atuar durante eventual julgamento, contribuindo para o esclarecimento dos fatos.
Com a prisão do investigado e a expectativa pela denúncia do Ministério Público, o caso Ariana passa agora a avançar para a fase judicial, etapa em que serão definidos os próximos desdobramentos até um possível julgamento.


