Larissa, de 15 anos, morreu após sofrer uma queda na EE Sidronia Nunes Pires; veja o que diz a nota da Seduc-SP enviada ao Cotia & Cia
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| Foto: Google Street Views |
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) se pronunciou após a morte de Larissa da Silva Oliveira, de 15 anos, ocorrida na noite de sexta-feira (23), na Escola Estadual Sidronia Nunes Pires, em Caucaia do Alto, Cotia.
Em nota enviada ao Cotia & Cia, a pasta lamentou o ocorrido e manifestou solidariedade aos familiares e amigos da estudante. Segundo a Seduc-SP, a adolescente desmaiou durante uma atividade escolar e foi prontamente atendida pela direção da unidade. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado para encaminhá-la ao pronto-socorro.
A secretaria informou ainda que a ronda escolar foi acionada e esteve na unidade de ensino. As câmeras de monitoramento interno foram verificadas e auditadas para comprovar a cronologia dos acontecimentos e as medidas adotadas. Segundo a pasta, as imagens estão à disposição da polícia.
A Unidade Regional de Ensino de Carapicuíba e a escola também se colocaram à disposição das autoridades e afirmaram que colaboram com a investigação.
O que se sabe sobre o caso
Conforme reportagem publicada pelo Cotia & Cia, o boletim de ocorrência relata que a adolescente teria caído enquanto dançava no local. Segundo o depoimento do pai à Polícia Civil, a família foi acionada por volta das 22h05 e orientada a comparecer ao posto de saúde de Caucaia do Alto, onde recebeu a informação de que a filha havia sofrido uma queda.
Ainda de acordo com os relatos registrados no boletim, integrantes da equipe escolar informaram que Larissa sofreu uma lesão em uma das vértebras. A jovem foi socorrida e encaminhada para atendimento médico, mas não resistiu.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia de Cotia na madrugada de sábado (24). O caso foi classificado como morte suspeita ou acidental e morte natural, naturezas não criminais. A autoridade policial determinou a expedição de guias para o Instituto Médico Legal (IML) e o acionamento do serviço de remoção do corpo.
O caso segue em investigação.
