No Dia de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, Animália Park destaca os impactos do comércio ilegal e aposta na educação ambiental
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| Foto: Animália Park |
As cores, os cantos e a diversidade de espécies fazem das aves alguns dos animais mais admirados pelas pessoas. Mas essas mesmas características também as colocam entre os principais alvos do tráfico de animais silvestres no Brasil.
Segundo o Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), as aves representam mais de 60% dos animais traficados no país. O dado ganha destaque nesta terça-feira (29), quando é celebrado, em São Paulo, o Dia de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres.
A beleza e o canto de diferentes espécies estão entre os fatores que alimentam a procura por esses animais no comércio ilegal. A retirada de indivíduos da natureza, no entanto, pode provocar impactos sobre as populações e sobre os próprios ecossistemas dos quais eles fazem parte.
No Animália Park, em Cotia, a proposta de conscientização passa pelo contato com os animais e pela educação ambiental. O Animália Forest, aviário do parque, permite aos visitantes observar diferentes espécies de aves, seus comportamentos e características em um ambiente voltado à aproximação com a natureza.
A intenção, segundo o parque, é transformar o encantamento provocado pelos animais em uma oportunidade de aprendizado sobre preservação.
“A proximidade com os animais desperta curiosidade, mas também pode gerar consciência. Quando uma pessoa conhece uma espécie, entende seu comportamento e percebe a importância que ela tem na natureza, criamos uma oportunidade de fortalecer uma relação baseada em respeito e preservação”, afirma Thais Gomes, coordenadora do departamento de aves e filhotes do Animália Park.
Mais de 24 mil animais resgatados
Os números da fiscalização mostram a dimensão do problema.
Entre 2023 e 2025, ações de fiscalização ambiental realizadas no Brasil resultaram no resgate de 24.247 animais envolvidos em situações relacionadas a tráfico, cativeiro ilegal e maus-tratos, segundo dados divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima em 2026.
No mesmo período, as multas aplicadas ultrapassaram R$ 53 milhões.
O combate ao tráfico de fauna envolve fiscalização e punição, mas também medidas para reduzir a procura por animais retirados ilegalmente da natureza.
Não comprar animais silvestres de procedência ilegal e comunicar situações suspeitas aos órgãos ambientais são algumas das atitudes que podem contribuir para combater esse mercado.
Os números da fiscalização mostram a dimensão do problema.
Entre 2023 e 2025, ações de fiscalização ambiental realizadas no Brasil resultaram no resgate de 24.247 animais envolvidos em situações relacionadas a tráfico, cativeiro ilegal e maus-tratos, segundo dados divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima em 2026.
No mesmo período, as multas aplicadas ultrapassaram R$ 53 milhões.
O combate ao tráfico de fauna envolve fiscalização e punição, mas também medidas para reduzir a procura por animais retirados ilegalmente da natureza.
Não comprar animais silvestres de procedência ilegal e comunicar situações suspeitas aos órgãos ambientais são algumas das atitudes que podem contribuir para combater esse mercado.
Educação ambiental como ferramenta
Para o Animália Park, aproximar o público dos animais também pode ajudar a mostrar por que a fauna precisa ser protegida.
“Mais do que admirar uma ave pela beleza ou pelo canto, queremos que as pessoas saiam daqui entendendo por que ela precisa ser protegida”, completa Thais Gomes.
Para o Animália Park, aproximar o público dos animais também pode ajudar a mostrar por que a fauna precisa ser protegida.
“Mais do que admirar uma ave pela beleza ou pelo canto, queremos que as pessoas saiam daqui entendendo por que ela precisa ser protegida”, completa Thais Gomes.
