Animal foi resgatado em uma operação de cinco horas, mas não resistiu às complicações causadas pelo longo período sob a lama
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| Foto: Redes sociais |
Uma égua morreu no sábado (19), um dia após ser resgatada de uma área particular no bairro Parque Miraflores, em Itapevi. O animal permaneceu cerca de 24 horas soterrado em meio à terra e à lama, com apenas parte da cabeça exposta para conseguir respirar.
O resgate ocorreu na sexta-feira (18) e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil, do Canil Municipal, veterinários e voluntários do Grupo de Resposta a Animais em Desastres (Grad), que reúne socorristas de Jundiaí e Várzea Paulista. A força-tarefa durou aproximadamente cinco horas.
Animal foi encontrado coberto por lama
O alerta sobre o soterramento foi feito na tarde de quinta-feira (17), por volta das 16h, por meio do gabinete da vereadora Marina Dornellas. Imagens registradas no local mostram a égua completamente coberta por terra e lama, deixando visível apenas parte da cabeça.
Após ser retirada, a égua recebeu medicação e passou por exames veterinários. Os profissionais identificaram um quadro de desidratação severa, exaustão e fraqueza muscular.
Segundo a médica veterinária Nina Passadore, responsável pelo atendimento, o animal foi diagnosticado com rabdomiólise, uma condição grave que provoca a destruição das células musculares e a liberação de substâncias potencialmente tóxicas na corrente sanguínea.
Apesar dos esforços das equipes, a égua morreu no sábado (19), um dia após o resgate.
Até a última informação divulgada, não havia confirmação oficial sobre como a égua ficou presa no terreno particular nem sobre a identidade do tutor do animal.
O alerta sobre o soterramento foi feito na tarde de quinta-feira (17), por volta das 16h, por meio do gabinete da vereadora Marina Dornellas. Imagens registradas no local mostram a égua completamente coberta por terra e lama, deixando visível apenas parte da cabeça.
Após ser retirada, a égua recebeu medicação e passou por exames veterinários. Os profissionais identificaram um quadro de desidratação severa, exaustão e fraqueza muscular.
Segundo a médica veterinária Nina Passadore, responsável pelo atendimento, o animal foi diagnosticado com rabdomiólise, uma condição grave que provoca a destruição das células musculares e a liberação de substâncias potencialmente tóxicas na corrente sanguínea.
Apesar dos esforços das equipes, a égua morreu no sábado (19), um dia após o resgate.
Até a última informação divulgada, não havia confirmação oficial sobre como a égua ficou presa no terreno particular nem sobre a identidade do tutor do animal.
