Metrô em Cotia: projeto da Linha 22-Marrom avança após importante aval do governo de SP

Decisão foi aprovada pelo Condephaat em sessão realizada no último dia 11 de maio e publicada oficialmente nesta segunda-feira (18) no Diário Oficial do Estado

Foto: Prefeitura de Cotia 

O projeto da futura Linha 22-Marrom do Metrô de São Paulo deu mais um passo importante para sair do papel. O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) aprovou, por unanimidade, o estudo de viabilidade do ramal que deverá ligar Cotia e Osasco à estação Sumaré, da Linha 2-Verde, na capital paulista.

A decisão foi publicada nesta segunda-feira (18) no Diário Oficial do Estado. O projeto prevê um trajeto com 19 estações entre Cotia e o bairro de Sumaré, na zona oeste de São Paulo, incluindo duas paradas em Osasco.

A aprovação aconteceu durante sessão ordinária realizada no dia 11 de maio e representa mais uma etapa técnica necessária para o avanço da futura linha metroviária, considerada uma das principais apostas de expansão do sistema de transporte da Região Metropolitana de São Paulo.

Apesar do aval, o Condephaat estabeleceu uma série de exigências que deverão ser cumpridas antes do início das obras. Entre elas está a apresentação posterior do projeto executivo com detalhamento das estruturas de ventilação e saídas de emergência, especialmente nos trechos da Estação Vital Brasil e da Subestação Alvarenga.

O órgão também solicitou atenção especial às áreas próximas de bens tombados ao longo do trajeto. Em um dos pontos previstos, na Praça Professor Jorge Americano, em frente ao Instituto Butantã, o conselho recomendou que a estrutura seja implantada integralmente de forma subterrânea para minimizar impactos visuais e urbanísticos.

Outra exigência envolve a entrega de laudos geotécnicos sobre os trechos subterrâneos da linha. Os estudos deverão indicar profundidade e metodologias de escavação consideradas seguras para preservar áreas protegidas pelo patrimônio histórico.

O Condephaat ainda destacou que as plantas e memoriais técnicos do projeto só terão validade quando acompanhados da deliberação oficial publicada no Diário Oficial. Além disso, a autorização não dispensa futuras aprovações em outros órgãos competentes.

(Com informações do Diário do Transporte e Metrópoles)  
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