Reivindicação por asfalto no bairro Algarve soma protocolos desde 2009
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| Imagem enviada ao Cotia e Cia |
Moradores do bairro Algarve, localizado no km 26 da Rodovia Raposo Tavares, em Cotia, afirmam que aguardam há 16 anos pela pavimentação das ruas Eugênio Soares e Bagé. Cansados da espera, eles decidiram agir por conta própria e arrecadaram cerca de R$ 4 mil em uma vaquinha para realizar uma intervenção paliativa em parte das vias.
A reclamação foi encaminhada pelo morador Jean Palombo, que relata uma sequência de protocolos e cobranças feitas ao longo dos anos. Segundo ele, o primeiro pedido formal de pavimentação foi registrado na Prefeitura em 2009, sob o protocolo nº 6028/2009. Mais recentemente, a demanda voltou a ser protocolada em 2025, sob o nº 61/2025.
De acordo com o morador, o caso também passou pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, com registro em 2017, além de manifestação na Ouvidoria Municipal no mesmo ano.
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| Moradores realizaram o serviço por conta própria |
Promessas e frustração
Jean afirma que, em julho de 2022, houve a informação de que a obra seria executada, incluindo implantação de guias e sarjetas. No entanto, segundo ele, o serviço não saiu do papel.
“Estamos cansados. Já cobrei vários secretários e não vejo evolução”, declarou.
O morador cita que a reivindicação atravessou diferentes gestões municipais, incluindo as administrações de Quinzinho Pedroso, Carlão Camargo, Rogério Franco e, atualmente, Welington Formiga.
Ele também afirma ter notificado a Câmara dos Deputados, buscando fiscalização sobre a situação.
Solução improvisada
Diante da falta de pavimentação e das condições da via, moradores se organizaram e compraram fresa (material reaproveitado de asfalto) para melhorar parcialmente o trecho mais crítico. O serviço foi realizado de forma paliativa, sem estrutura definitiva.
“Foi a maneira que encontramos para amenizar o problema enquanto o poder público não resolve”, relatou.
OUTRO LADO
Jean afirma que, em julho de 2022, houve a informação de que a obra seria executada, incluindo implantação de guias e sarjetas. No entanto, segundo ele, o serviço não saiu do papel.
“Estamos cansados. Já cobrei vários secretários e não vejo evolução”, declarou.
O morador cita que a reivindicação atravessou diferentes gestões municipais, incluindo as administrações de Quinzinho Pedroso, Carlão Camargo, Rogério Franco e, atualmente, Welington Formiga.
Ele também afirma ter notificado a Câmara dos Deputados, buscando fiscalização sobre a situação.
Solução improvisada
Diante da falta de pavimentação e das condições da via, moradores se organizaram e compraram fresa (material reaproveitado de asfalto) para melhorar parcialmente o trecho mais crítico. O serviço foi realizado de forma paliativa, sem estrutura definitiva.
“Foi a maneira que encontramos para amenizar o problema enquanto o poder público não resolve”, relatou.
OUTRO LADO
Procurada, a Prefeitura de Cotia não comentou o caso. O espaço segue aberto.

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