Especialista em gestão e moradora de Cotia compartilha obras que unem repertório técnico, força ancestral e liderança.
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| Foto: Freepick |
Com a chegada de março, as homenagens ao Dia das Mulheres se multiplicam, mas para a especialista em remuneração estratégica e escritora Helena Gagine, a data pede algo que vá além das flores: pede ferramentas para o crescimento real.
Conhecida na região pela sua atuação técnica e pela paixão pela escalada, Helena acredita que o conhecimento é a principal "ancoragem" para qualquer mulher que deseja assumir o protagonismo da sua própria história. Em conversa com o Cotia e Cia, ela explicou o critério por trás das suas escolhas:
"Para este Dia das Mulheres, fiz questão de selecionar obras que, juntas, unem repertório técnico, força ancestral e liderança. Acredito que o conhecimento é o que nos permite deixar de ser reféns do acaso para nos tornarmos arquitetas dos nossos próprios resultados", afirma Helena.
Confira as recomendações da autora:
1. Úrsula (Maria Firmina dos Reis)
Não podemos falar de futuro sem honrar quem abriu a trilha. Maria Firmina dos Reis foi a primeira mulher negra a publicar um romance no Brasil, em 1859. Em uma época em que nossas vozes eram silenciadas, ela escreveu sobre liberdade e humanidade. Para nós, é o exemplo máximo de pioneirismo: a prova de que ocupar espaços e registrar nossa visão de mundo é um ato de coragem que atravessa séculos.
2. Mulheres que correm com os Lobos (Clarissa Pinkola Estés)
Este não é apenas um livro; é um resgate! Clarissa nos lembra que, por trás da profissional impecável, mãe, filha e esposa, existe uma 'Mulher Selvagem' cheia de instinto e criatividade. Para nós, é o lembrete de que a nossa intuição é uma ferramenta de gestão poderosíssima, mas que muitas vezes tentamos silenciar para caber em moldes que nos foram impostos.
3. Um Defeito de Cor (Ana Maria Gonçalves)
Eleito o livro do nosso século, se você quer entender o trauma original da identidade brasileira e a espinha dorsal da resiliência feminina no Brasil, precisa ler esta obra monumental. Através da jornada de Kehinde, somos expostas a elementos fundacionais do nosso país: política, história, religião, gastronomia, etc. e confrontadas com uma força que atravessa gerações. Para nós, ler essa obra é honrar a memória e abraçar a nossa própria ancestralidade.
4. A Coragem de Ser Imperfeito (Brené Brown)
Brené nos ensina que a vulnerabilidade não é fraqueza, mas a métrica mais precisa da coragem. No mundo dos negócios, onde a pressão pela perfeição é constante, entender que a nossa força nasce da autenticidade nos permite liderar com muito mais leveza e conexão real com as pessoas. Para nós, aceitar a imperfeição é o que nos dá a segurança necessária para arriscar e inovar.
5. Os Fatores Humanos na Produtividade Organizacional (Helena Gagine)
Conhecida na região pela sua atuação técnica e pela paixão pela escalada, Helena acredita que o conhecimento é a principal "ancoragem" para qualquer mulher que deseja assumir o protagonismo da sua própria história. Em conversa com o Cotia e Cia, ela explicou o critério por trás das suas escolhas:
"Para este Dia das Mulheres, fiz questão de selecionar obras que, juntas, unem repertório técnico, força ancestral e liderança. Acredito que o conhecimento é o que nos permite deixar de ser reféns do acaso para nos tornarmos arquitetas dos nossos próprios resultados", afirma Helena.
Confira as recomendações da autora:
1. Úrsula (Maria Firmina dos Reis)
Não podemos falar de futuro sem honrar quem abriu a trilha. Maria Firmina dos Reis foi a primeira mulher negra a publicar um romance no Brasil, em 1859. Em uma época em que nossas vozes eram silenciadas, ela escreveu sobre liberdade e humanidade. Para nós, é o exemplo máximo de pioneirismo: a prova de que ocupar espaços e registrar nossa visão de mundo é um ato de coragem que atravessa séculos.
2. Mulheres que correm com os Lobos (Clarissa Pinkola Estés)
Este não é apenas um livro; é um resgate! Clarissa nos lembra que, por trás da profissional impecável, mãe, filha e esposa, existe uma 'Mulher Selvagem' cheia de instinto e criatividade. Para nós, é o lembrete de que a nossa intuição é uma ferramenta de gestão poderosíssima, mas que muitas vezes tentamos silenciar para caber em moldes que nos foram impostos.
3. Um Defeito de Cor (Ana Maria Gonçalves)
Eleito o livro do nosso século, se você quer entender o trauma original da identidade brasileira e a espinha dorsal da resiliência feminina no Brasil, precisa ler esta obra monumental. Através da jornada de Kehinde, somos expostas a elementos fundacionais do nosso país: política, história, religião, gastronomia, etc. e confrontadas com uma força que atravessa gerações. Para nós, ler essa obra é honrar a memória e abraçar a nossa própria ancestralidade.
4. A Coragem de Ser Imperfeito (Brené Brown)
Brené nos ensina que a vulnerabilidade não é fraqueza, mas a métrica mais precisa da coragem. No mundo dos negócios, onde a pressão pela perfeição é constante, entender que a nossa força nasce da autenticidade nos permite liderar com muito mais leveza e conexão real com as pessoas. Para nós, aceitar a imperfeição é o que nos dá a segurança necessária para arriscar e inovar.
5. Os Fatores Humanos na Produtividade Organizacional (Helena Gagine)
Incluo aqui a minha própria contribuição para esta jornada. Neste livro, apresento um método inovador para elevar a produtividade sem recorrer ao corte de pessoas. A obra demonstra como fatores humanos e comportamentais impactam custos, eficiência e resultados financeiros, propondo uma abordagem mensurável e humanizada. Para nós, um guia prático capaz de transformar decisões organizacionais e fortalecer o capital humano de forma sustentável.
Para encerrar, Helena deixa um convite às leitoras: "Neste Dia das Mulheres, invista no seu ‘equipamento’ intelectual. Que estas leituras sirvam de base para que possamos continuar subindo, com técnica e segurança. O topo é o nosso lugar!", finaliza.
Helena atua como escritora, palestrante e mentora, liderando times e projetos em empresas nacionais e multinacionais de grande porte. Graduada em Letras, pós-graduada em Administração de Empresas e mestra em Desenvolvimento de Negócios. Ela é montanhista, esportista, aviadora, viajante independente por dezenas de países e traz bastante diversidade para o seu estilo de liderança, pensamento e atuação profissional.
Clique aqui e conheça mais sobre os livros (link)
Acompanhe o trabalho da autora pelas redes sociais
Instagram: @helenagagine
Linkedin: @helenagaginebmartis
Para encerrar, Helena deixa um convite às leitoras: "Neste Dia das Mulheres, invista no seu ‘equipamento’ intelectual. Que estas leituras sirvam de base para que possamos continuar subindo, com técnica e segurança. O topo é o nosso lugar!", finaliza.
Helena atua como escritora, palestrante e mentora, liderando times e projetos em empresas nacionais e multinacionais de grande porte. Graduada em Letras, pós-graduada em Administração de Empresas e mestra em Desenvolvimento de Negócios. Ela é montanhista, esportista, aviadora, viajante independente por dezenas de países e traz bastante diversidade para o seu estilo de liderança, pensamento e atuação profissional.
Clique aqui e conheça mais sobre os livros (link)
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Instagram: @helenagagine
Linkedin: @helenagaginebmartis
