Divergência de datas, falta de comunicados oficiais e incertezas sobre equipe preocupam responsáveis
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| Centro Educacional Maria Martinha dos Santos. Foto: Divulgação |
Pais e responsáveis por alunos do Centro Educacional Maria Martinha dos Santos, localizado no Jardim São Vicente, em Cotia, cobram um posicionamento oficial da Prefeitura sobre o início das aulas e o funcionamento da unidade.
Segundo relatos recebidos pela reportagem, há divergência de informações repassadas às famílias, o que tem gerado insegurança e dificuldade de organização da rotina de trabalho.
De acordo com os pais, a escola teria informado inicialmente que o retorno das atividades ocorreria em 5 de fevereiro. No entanto, informações atribuídas à Prefeitura indicariam que o início das aulas será apenas em 19 de fevereiro, em meio período, com funcionamento em período integral previsto somente a partir de 23 de fevereiro.
Até o momento, segundo os responsáveis, nenhum comunicado oficial foi enviado às famílias confirmando datas e horários.
A situação causa ainda mais preocupação por se tratar de uma unidade de período integral, considerada referência no atendimento às crianças e que, em anos anteriores, oferecia inclusive colônia de férias, serviço que não foi disponibilizado neste início de ano.
Outro ponto levantado pelos pais diz respeito à gestão da creche. Informações que circulam entre as famílias apontam que a empresa responsável pela administração da unidade, o Instituto Anima, teria tido o contrato encerrado em 13 de dezembro de 2025, com a dispensa dos funcionários.
Há também relatos não oficiais sobre atrasos ou ausência de pagamento de salários, o que levanta dúvidas sobre a existência de equipe suficiente para o retorno das atividades.
Segundo os responsáveis, a única confirmação sobre uma possível data de retorno teria ocorrido após uma mãe procurar pessoalmente a Prefeitura. Caso contrário, afirmam, os pais continuariam sem qualquer orientação formal.
“Precisamos trabalhar, nos organizar e contar com a creche. A falta de informação prejudica diretamente as famílias e as crianças”, relatou um dos pais ouvido pela reportagem.
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