Funcionários da Caixa entram em greve nesta quinta-feira; paralisação atinge Cotia e região

Paralisação começa nesta quinta-feira (10) após trabalhadores rejeitarem proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho

Foto: Reprodução 

Os funcionários da Caixa Econômica Federal entram em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (10). A paralisação também envolve trabalhadores de Cotia e de outras cidades da região representadas pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

A decisão foi tomada após os empregados rejeitarem a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico da Caixa. Segundo a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), a votação terminou às 19h de sexta-feira (4), com a maioria dos estados aprovando o início da paralisação em 10 de setembro.

O ACT estabelece regras específicas negociadas diretamente entre a Caixa e seus empregados. O acordo complementa as normas gerais previstas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários e reúne cláusulas próprias relacionadas às condições de trabalho e aos benefícios dos funcionários da instituição.

De acordo com a Caixa, as negociações coletivas são realizadas em duas frentes. A primeira é uma mesa geral, conduzida pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que trata de questões comuns aos bancários. A segunda envolve mesas específicas para discutir assuntos próprios de cada instituição.

Cotia e outras 15 cidades

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região representa trabalhadores de 16 municípios, incluindo Cotia, São Paulo, Osasco, Barueri, Carapicuíba, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jandira, Juquitiba, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba, São Lourenço da Serra, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.

Caixa afirma que mantém diálogo

Em nota, a Caixa informou que mantém o diálogo com os representantes dos empregados e que está empenhada na construção de uma solução para a renovação dos acordos coletivos, com o objetivo de valorizar os trabalhadores e garantir a sustentabilidade e a continuidade dos serviços.


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