Eevee, de cerca de 5 meses, recebe cuidados especiais no Animália Park e começou uma nova etapa de preparação para, no futuro, integrar o grupo de cangurus
Uma filhote de canguru-vermelho rejeitada pela mãe logo após o nascimento começou uma nova etapa de recuperação e adaptação no Animália Park, em Cotia.Batizada de Eevee, a canguru passou a permanecer durante o dia no recinto onde vivem outros animais da espécie como parte do processo de preparação para, futuramente, integrar o grupo.
Com cerca de cinco meses de idade, Eevee ainda permanece em uma área protegida dentro do recinto. Dessa forma, ela consegue observar os cangurus adultos, sentir os cheiros e acompanhar a movimentação dos demais animais, mas ainda sem contato direto.
A aproximação será realizada gradualmente, de acordo com o comportamento e o desenvolvimento apresentado pela filhote.
Segundo informações divulgadas pelo Animália Park, cada animal possui seu próprio tempo de adaptação. A expectativa é que Eevee conquiste cada vez mais autonomia até conseguir se aproximar, interagir e dividir o espaço com os demais cangurus.
Com cerca de cinco meses de idade, Eevee ainda permanece em uma área protegida dentro do recinto. Dessa forma, ela consegue observar os cangurus adultos, sentir os cheiros e acompanhar a movimentação dos demais animais, mas ainda sem contato direto.
A aproximação será realizada gradualmente, de acordo com o comportamento e o desenvolvimento apresentado pela filhote.
Segundo informações divulgadas pelo Animália Park, cada animal possui seu próprio tempo de adaptação. A expectativa é que Eevee conquiste cada vez mais autonomia até conseguir se aproximar, interagir e dividir o espaço com os demais cangurus.
Rejeitada logo após o nascimento
A história de Eevee ganhou repercussão após vídeos divulgados mostrarem os cuidados especiais recebidos pela filhote no parque de Cotia.
Rejeitada pela mãe nos primeiros dias de vida, a canguru precisou passar a receber cuidados intensivos da equipe responsável pelo seu desenvolvimento. Houve tentativas de reinserção da filhote na bolsa materna, mas o processo não teve sucesso.
Diante da situação, Eevee passou a ser criada em uma bolsa de tecido adaptada, desenvolvida para reproduzir as condições encontradas na bolsa materna dos cangurus.
A filhote está sob os cuidados da bióloga Thais Gomes Amaral, especialista em bem-estar animal e coordenadora do setor de aves e filhotes do Animália Park.
Durante esse período, Eevee recebeu alimentação por mamadeira, com controle da temperatura do leite, além de banhos de sol, pesagens e estímulos fisiológicos.
A mamadeira continua fazendo parte da rotina da filhote, mas a alimentação também passou a acontecer dentro do recinto dos animais. Ao final do dia, Eevee retorna para a sala de filhotes, onde passa a noite.
Cuidados seguem durante o desenvolvimento
Atualmente, Eevee pesa cerca de 3,3 quilos e apresenta desenvolvimento considerado adequado para a espécie.
De acordo com a equipe responsável pelos cuidados da filhote, o contato constante nesta fase é fundamental, já que, na natureza, os cangurus permanecem praticamente o tempo todo na bolsa da mãe durante os primeiros meses de vida.
Nos últimos meses, Eevee também começou a explorar o ambiente fora da bolsa por curtos períodos, uma etapa considerada importante para seu desenvolvimento e para a conquista gradual de autonomia.
A expectativa é que os cuidados intensivos continuem até aproximadamente um ano de idade. Com o fortalecimento da imunidade e o avanço do processo de adaptação, a filhote deverá, aos poucos, se aproximar dos outros cangurus e, futuramente, passar a conviver de forma definitiva com o grupo no Animália Park, em Cotia.
