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Após 23 dias, termina a greve dos bancários em São Paulo

Trabalhadores do Banco do Brasil, Caixa Econômica e dos bancos privados decidiram, em assembleia na tarde desta sexta-feira, encerrar a greve após a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propor à categoria o reajuste dos salários em 8%, com ganho real de 1,82%. Já os pisos iniciais dos bancários receberão uma correção de 8,5%. Descontada a inflação, a reposição chega a 2,29%.

Os bancários estavam com as atividades paralisadas há 23 dias. Com a decisão, os bancos de São Paulo voltarão a funcionar normalmente a partir de segunda-feira. Segundo o coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro, os trabalhadores de Belo Horizonte e Curitiba também aceitaram a proposta, bem como dos Estados do Amapá, Piauí e Rondônia. Já em Porto Alegre e Florianópolis os bancários rejeitaram a oferta e realizarão novas assembleias na próxima semana.

A indicação para todo o País, segundo Cordeiro, é a aceitação da proposta. "A forte mobilização e a unidade da categoria foram fundamentais para romper a intransigência dos bancos e garantir avanços importantes, especialmente aumento real de salário e avanços nas condições de trabalho", avaliou.

A presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, também indicou a aprovação da proposta feita pelos bancos. "O aumento real de 1,82% é maior do que a média dos aumentos reais dos bancários desde 2004. Em 10 anos iremos acumular 18,33% de ganho real nos salários e 38,7% nos pisos", afirmou.

*Msn
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