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Após quase três anos, equipe não tem nem o projeto básico da linha 22 do metrô que ligaria Cotia a São Paulo

Foto Ilustrativa
Em setembro de 2013, a equipe técnica do Metrô de São Paulo se reuniu pela primeira vez com a prefeitura de Cotia, para discutir uma alternativa ao trânsito caótico da rodovia Raposo Tavares (SP-270). Na ocasião, a equipe do consórcio formado pelas empresas Planserv, Oficina e Egis/Veja iria desenvolver o projeto de uma linha de monotrilho neste trecho, onde estavam previstas 16 estações. O projeto básico deveria estar pronto seis meses depois, ou seja, em março de 2014.

A rodovia Raposo Tavares atravessa diversos perímetros urbanos e é uma das mais importantes ligações da capital com os municípios da região oeste metropolitana, de onde partem diariamente mais de 180 mil veículos. Mesmo com grande fluxo pendular, a rodovia não conta com corredores de ônibus ou linhas de alta capacidade (trens ou metrôs) que sirvam de alternativa, e os usuários convivem diariamente com congestionamentos e acidentes. Moradores de Granja Viana, Cotia, Caucaia e Vargem Grande, por exemplo, não possuem outra alternativa direta para chegar à capital, e dependem exclusivamente desta via. 

Segundo informações da assessoria de imprensa do metrô, a Linha 22 previa a ligação da região da avenida Brigadeiro Faria Lima, na zona oeste da capital, ao município de Cotia, passando pela região do Butantã e seguindo pelo eixo da Raposo Tavares. A diretriz preliminar indicava que a linha teria cerca de 25 km de extensão e 20 estações, com demanda de 544 mil pessoa por dia. A inserção dessa linha, bem como a localização das estações, acessos, integrações com outras linhas, redes de ônibus e outros modais, estudos de carregamento e demanda no entanto só seriam detalhados ao longo dos projetos funcionais que estariam em desenvolvimento.

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