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Policia Encerra Investigações, e justiça vai decidir se o Caso fica em Cotia ou em São Paulo!

Com fim das investigações, polícia pediu prisão preventiva de Elize.
Laudo apontou que empresário foi morto com um tiro e por asfixia.

Já está com a Justiça de São Paulo o inquérito que apura a morte do executivo do grupo Yoki, Marcos Matsunaga. O inquérito sobre o assassinato do empresário chegou ao fórum de Cotia, na Grande São Paulo, no começo da tarde desta quinta-feira (14).
A polícia esperou a entrega do laudo sobre a causa da morte para completar a investigação. O laudo diz que o empresário foi morto com um tiro e por asfixia causada por sangue nos pulmões.


A polícia também pediu a prisão preventiva de Elize Matsunaga. Agora a Justiça vai decidir se o processo ficará em Cotia, onde o corpo do empresário foi encontrado, ou se virá para a capital paulista, onde aconteceu o assassinato.
Elize está isolada em uma cela da cadeia de Itapevi, na Grande São Paulo. Ela cumpre prisão temporária até dia 28 de junho, mas a polícia quer que ela fique presa até o julgamento.
A defesa de Elize Matsunaga, o advogado Luciano Santoro, disse que não teve tempo para analisar os laudos anexados ao inquérito e que vai aguardar a Justiça se pronunciar sobre a conclusão das investigações e o pedido de prisão preventiva.

O esquartejamento


O empresário foi morto com um tiro na cabeça e esquartejado com uma faca na noite de 19 de maio no apartamento do casal, na Zona Oeste da capital paulista. No dia 27 do mês passado, pedaços do corpo foram encontrados em sacos plásticos em Cotia.
Elize foi presa no dia 5 de junho. O prazo da prisão temporária é de 15 dias. Ela confessou ter matado o marido e está detida na Cadeia Pública de uma delegacia em Itapevi,.
Para a Polícia Civil, após ouvir o depoimento de nove pessoas, a investigação concluiu que o crime foi passional e não premeditado.
Elize contratou um detetive particular que flagrou Marcos traindo a mulher com uma garota de programa, função que a indiciada também exercia até conhecer o executivo.
Em seu interrogatório no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), a viúva disse que discutiu com Marcos ao descobrir a traição e que só atirou com uma pistola após ter sido ofendida e agredida por ele. Ela levou cerca de quatro horas para desmembrar o corpo e colocar em três malas.




Do G1.
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