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Padrasto estupra enteada de 11 anos e se suicida em Osasco

Segundo testemunhas, ele estava sob efeito de drogas, e ao saber que a garota contou do abuso para a mãe, ficou com medo de ser linchado e acabou se matando. 

Um crime bárbaro foi seguido de um suicídio, na tarde de ontem, no Jardim Joelma, zona Sul de Osasco. Após estuprar a própria enteada, de 11 anos, um homem acabou se matando por medo de ser linchado.

O suspeito, de aproximadamente 30 anos, foi encontrado morto dentro da própria casa por vizinhos, que acionaram o socorro. Mas, quando a equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou ao local, apenas confirmou o óbito.

Segundo a polícia, a violência sexual foi cometida na manhã de ontem. A suspeita é de que o homem estivesse sob efeito de uso de drogas já, que segundo testemunhas, ele era usuário.

A garota, mesmo abalada, teve coragem de contar a agressão para a mãe, que a levou ao pronto-socorro. A partir daí, parte da história ainda não foi esclarecida. A polícia só apurou que, horas depois, o homem acabou se enforcando dentro da própria casa, por meio de sofrer represálias. Um vizinho, que teria ido até a casa conversar com ele, acabou se deparando com uma cena digna de filme de terror: para se matar, o suspeito passou uma corda sobre uma das madeiras do telhado da casa, que não tinha forro, e depois a enrolou no pescoço. 

Policiais militares do 14º BPM estiveram no local e acionaram a Polícia Civil. Peritos do IC (Instituto de Criminalística) foram à casa e realizaram a perícia. Em seguida, um veículo de cadáver fez a remoção do corpo, que foi levado ao IML (Instituto Médico Legal), onde deveria ser feito o exame necroscópico. 

Já a garota foi levada novamente o pronto-socorro do Jardim Santo Antônio. Na sequência, ela foi encaminhada ao 8º Distrito Policial (DP) de Osasco, onde o caso foi registrado como estupro de vulnerável e suicídio. Depois, a menina foi conduzida ao Hospital Pérola Byington, onde iria passar por novos exames e receber atendimento adequado para vítima de violência sexual. 

Por: Vanessa Dainesi | webdiario.com.br.
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