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Expectativa de vida dos paulistas aumenta 10 anos em 3 décadas

Imagem Ilustrativa
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Em três décadas, a expectativa de vida dos paulistas aumentou dez anos, de acordo com as Tábuas de Mortalidade 2010, divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (2).

Se em 1980 a esperança de vida era de 65,86 anos, em 2010, ela foi ampliada para 75,97 anos. Trata-se da maior taxa dentre os Estados do Sudeste.

O maior avanço em São Paulo foi observado entre os homens, que tiveram um incremento de 9,98 anos na expectativa (de 62,66 para 72,64 anos).

Já entre as mulheres, o aumento foi de 9,82 anos (de 69,38 para 79,20 anos).

A expectativa de vida expressa as chances de sobrevivência de um recém-nascido. O aumento dela mostra que a população de São Paulo vai ficar cada vez mais velha — e do Brasil, que aumentou em 11,24 anos — , o que irá demandar, segundo o IBGE, investimentos que garantam a saúde física e mental e o bem-estar social de uma população idosa.

Isso significa que são necessárias moradias adaptadas para as limitações dos idosos, bem como vias públicas e transporte que sejam acessíveis.

As Tábuas de Mortalidade usam dados do Censo Demográfico 2010, das estatísticas de mortes passadas pelo Registro Civil e do SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade) do Ministério da Saúde para o ano de 2010.

*R7
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